quinta-feira, 16 de junho de 2011
Níveis da escrita segundo Emília Ferreiro e Ana Teberosky
Por acreditarem que a criança busca a aprendizagem na medida em que constrói o raciocínio lógico e que o processo evolutivo de aprender a ler e escrever passa por níveis de conceitualização que revelam as hipóteses a que chegou a criança, Emilia Ferreiro e Ana Teberosky definiram , em seu Psicogêne da Língua Escrita define o processo de escrita em seis níveis:
Nível um ou pré-silábica – no início a criança garatuja, desenha sem figuração e mais tarde desenhos com figuração, ocorre o registro de símbolos e pseudoletras misturados com letras e números.
Pré-silábico II – onde a criança já diferencia letras e números, desenhos ou símbolos e reconhece o papel das letras na escrita. Utilizando no mínimo duas ou três letras para poder escrever. Reproduz os traços da escrita (imprensa ou bastão ou cursiva).
Nível dois ou intermediário – a criança acredita que as letras não se repetem e começam a desacreditar de sua capacidade e recusa-se a escrever.
Nível três ou silábico – a criança readquiriu a confiança em si mesma e começa fazer seus registros baseados na reposição de que cada sílaba corresponde a uma letra, mas ainda assim não consegue ser entendida.
Nível quatro ou silábico-alfabético – convivem as formas de corresponder os sons as formas silábicas e alfabéticas e a criança escolhe as letras ou de forma ortográfica ou fonética.
Nível quinto ou alfabético – a criança constrói o sistema lingüístico e compreende sua organização, apresentado características tais, como a compreensão da longevidade de base alfabética da escrita, conhecendo o valor sonoro convencional da maior parte das letras e juntando-a formando sílabas, já distingue letras, sílabas, palavras e frases.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
sábado, 15 de janeiro de 2011
domingo, 24 de outubro de 2010
Vamos refletir?

"Há escolas que são gaiolas. Há escolas que são asas"Escolas que são gaiolas existem para que os pássaros desaprendam a arte do vôo. Pássaros engaiolados são pássaros sob controle. Engaiolados, o seu dono pode levá-las para onde quiser. Pássaros engaiolados sempre têm um dono. Deixaram de ser pássaros. Porque a essência dos pássaros é o vôo. Escolas que são asas não amam pássaros engaiolados. O que elas amam são os pássaros em vôo. Existem para dar aos pássaros coragem para voar. Ensinar o vôo, isso elas não podem fazer, porque o vôo já nasce dentro dos pássaros.O vôo não pode ser ensinado. Só pode ser encorajado.
(Rubem Alves)
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